Arquivo mensal junho 2017

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The Journal of Management Science and Business Intelligence (JMSBI)

The Journal of Management Science and Business Intelligence (JMSBI) is an open access, multidisciplinary journal dedicated to publishing high-quality and the latest research results and applications in areas of the management science theory and application, Business, and Intelligence decisions. Papers published by the journal represent important advances of significance to specialists within each field. We are […]

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Educação: Tecnologia

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É incrível como o  conhecimento de novas tecnologias ainda encontra resistências no ambiente escolar, que deveria ser o ambiente de inovação, isso porque trabalhamos com a construção do futuro. Enquanto alguns educadores temem que o uso da internet, de softwares educativos e de plataformas de ensino a distância possam atrapalhar o processo de aprendizagem, outros negam a existência desses recursos didáticos por desconhecer suas potencialidades ou terem medo de se desafiarem ao novo.

Se pararmos para pensar nas tecnologias contemporâneas vamos observar que essas nos permitem leituras inovadoras do mundo e por isso ampliam as possibilidades de juntura, construção e circulação da informação. Hoje, presenciamos a juntura de movimentos sociais e da sociedade civil por meio de sites, redes sociais, blogs etc.

É inadmissível ignorar a quantidade e a qualidade de informações que circulam nos espaços virtuais. É extremamente fascinante a variedade de textos, imagens e vídeos existentes na web. Ensinar nossos alunos a se apropriarem dessas novas linguagens é a única forma de fazê-los competentes na comunicação coletiva. Por isso, toda escola deveria arcar com o compromisso ético de oportunizar aos alunos o uso adequado dessas ferramentas, dando, assim, possibilidade, a esses, de serem capazes de filtrar as informações disponíveis, produzirem conteúdos e conseguirem articulá-los de forma reflexiva, sem prejuízo para sua construção intelectual e ou moral.

Como dizia o filósofo austríaco Ludwig Wittgenstein (1889-1951) “Os limites da nossa linguagem denotam os limites do nosso mundo.” Então posso me apropriar desse pensamento para afirmar que quanto maior for a variedade de ferramentas colocadas a disposição do aluno, maior será seu território de ação. Mais aprendizado… mais competência.

Estamos no século 21, não tem mais como trabalhar em sala de aula como trabalhávamos há 10 anos. A sala de aula precisa mudar, para que o ensino se torne prazeroso para os alunos nos dias atuais. Os jovens são outros e os professores precisam seguir essa mudança. Não é fácil adaptarmo-nos ao novo, mas é necessário.

Veja que legal, uma parceria entre Unesco e o Instituto Phorte Educação oferece gratuitamente, um curso online sobre tecnologias para a aprendizagem no Ensino Médio e Fundamental dividido em 4 módulos de 12 horas e destaca subsídios para um planejamento pedagógico apoiado no uso das novas ferramentas, passando pelo seu uso na avaliação escolar e favorecendo o trabalho com habilidades e competências na sala de aula. Ficou interessado acesse o link Curso grátis para professores

A Google também apoia a Educação e para isso disponibiliza de um projeto mundial chamado Grupo de Educadores Google que nos possibilita conhecer, as inúmeras ferramentas gratuitas que podem ser utilizadas dentro da sala de aula para ajudar a reter a atenção do aluno ou simplesmente tornar o processo de ensino mais colaborativo e divertido. A ideia desse grupo é discutir como aplicar essas ferramentas dentro da nossa realidade. Acesse o GEG Belém GEG Belém

Fonte: www.apoioaoprofessor.com.br

 

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SETE PERGUNTAS QUE DEFINEM A IMPORTÂNCIA DO COOPERATIVISMO PARA A SOCIEDADE BRASILEIRA

O cooperativismo é baseado no ato de co.o.pe.rar, que segundo o Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa significa agir ou trabalhar juntos para um mesmo objetivo ou fim comum. Agir conjuntamente para produzir um efeito; contribuir. Na sociedade brasileira o Cooperativismo tem crescido muito, gerando com esse crescimento oportunidade de trabalho em um momento de desemprego e falta de estabilidade econômica. Mesmo assim, algumas pessoas ainda tem dúvidas do que é o Cooperativismo e qual a relação dele com a sociedade. Para tentar nortear essas dúvidas vamos responder as sete principais perguntas de quem escuta falar pela primeira vez em cooperativismo.

  1. O que é de fato cooperativismo? O cooperativismo nada mais é do que uma associação de pessoas unidas com a finalidade de cooperarem umas com as outras, buscando assim soluções para problemas econômicos por meio da solidariedade humana.
  2. Quando surgiu o Cooperativismo? É incrível como a cooperação tem se feito constante na vida do ser humano, com o passar do tempo. Historicamente se sabe que o Cooperativismo existe desde a pré-história. Mas, foi no século XIX que a idealização desse sistema nasceu, em 1844, no bairro de Rochdale, em Manchester, na Inglaterra. A partir do desemprego gerado pela Revolução Industrial, os tecelões criaram o que podemos chamar de primeira cooperativa da história.
  3. No Brasil o Cooperativismo nasceu como?  Segundo Benato [3] (2002, p.64), “o início do Cooperativismo foi em 1847, quando o médico francês Jean Maurice Faivre, adepto das ideias reformadoras de Charles Fourier, fundou, com um grupo de europeus, no sertão do Paraná, a Colônia Tereza Cristina organizada em bases cooperativas. Essa organização, apesar de sua breve existência, contribuiu na memória coletiva como elemento formador do florescente cooperativismo no País. ”
  4. É verdade que o Cooperativismo é uma tendência?  Não temos como analisar a evolução da economia brasileira sem falar da evolução das cooperativas de crédito, porque essas são as grandes fornecedoras de tendências da economia do país.
  5. Então pode-se dizer que o Cooperativismo crescerá ainda mais na sociedade brasileira? O Cooperativismo se fortalece cada vez mais. Segundo a Revista Época Negócios de janeiro de 2017, as cooperativas são negócios verticais, com crescimento garantido e geração de empregos. “ O potencial de crescimento das cooperativas em geral, acreditam os gestores do sistema, está longe de se esgotar. Embora a verticalização seja acentuada, muitos espaços podem ser ocupados ou aprimorados nas cadeias produtivas. Isso inclui o marketing, a internacionalização, a criação de novos nichos de mercado, assim como a área de pesquisa e inovação.”
  6. Por que o Cooperativismo se diferencia de outras sociedades? As cooperativas se  diferenciam  das  demais  sociedades   por   terem   características   próprias:   adesão   voluntária,   capital   social   variável,   um   homem   um   voto,   dependem   de   um   número   mínimo  de  pessoas  para  sua  existência  e  não  de  capital, o  rateio das    sobras e perdas é proporcional à produção de cada cooperado; entre outras  especificidades  mais  que  as  tornam  tão  especiais  por  valorizarem  o  ser  humano  e  não o capital.
  7. O que significa OCB? A OCB (Organização das Cooperativas do Brasil) é uma entidade que congrega todas as Cooperativas brasileiras, de todos os ramos, representando-as formal e politicamente.

Li certa vez, não lembro onde, uma frase que dizia “ Nem capitalismo, nem socialismo. Mas sim, cooperativismo. ” Naquele momento não tinha a noção de que conheceria um pouco dessa prática. Mas hoje observando o Cooperativismo paraense (OCB/PA) sua força econômica no Estado e a luta de seus dirigentes para cada vez mais capacitar e qualificar os participantes libertando o homem do individualismo e o direcionando para a coletividade.

Posso afirmar que o Cooperativismo consegue tirar do capitalismo o que existe de melhor, enquanto gera negócios e proporciona à população vagas de emprego. Assim como, dizer que é incontestável o crescimento desse sistema, já que é sabido que grandes realizações e feitos nunca foram resultado de um “exército de um homem só”, mas sim da união, da colaboração, da participação de muitos em busca de um único fim. Fim esse, para os colaboradores e participantes das cooperativas, que significa trabalhar no sentido da essência do cooperativismo, que é o desenvolvimento social em busca de um país melhor, o que faz do Cooperativismo elemento muito importante para o desenvolvimento da nossa sociedade brasileira.

Referências

[1] BENATO AZOLIN, João Vitorino. O ABC do Cooperativismo.São Paulo: Ica, 131p.,1995.

[2] BENATO AZOLIN, João Vitorino. Cooperativismo de Trabalho, O Gigante Acorda. São Paulo: Ocesp, 86p., 1997.

[3] BENATO AZOLIN, João Vitorino. O ABC do Cooperativismo. São Paulo: OCESP – SESCOOP, 192p., 2002.

[4] CRÚZIO, Helnon de Oliveira. Como Organizar e Administrar uma Cooperativa: Uma Alternativa para o Desemprego. Rio de Janeiro: Editora FGV, 156p., 2005.

[5] REVISTA ÉPOCA NEGÓCIOS. JANEIRO 2017

 

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